Sobre desapegar-se de tudo o que nos conforta moralmente, sobre pensar profundamente questionando, sobretudo, a si mesmo. Sobre amar a vida ainda que ela não possa ser o que por muito tempo desejamos que ela fosse. Amá-la, quem sabe, e justamente, por esse “não ser”:
“A confiança na vida se foi; a vida mesma tornou-se um problema. Mas não se creia que isso torne alguém necessariamente sombrio. Mesmo o amor à vida é ainda possível – apenas se ama diferente.” Nietzsche, A Gaia Ciência.
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