quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Dostoiévski e o direito de desejar

"...há apenas um caso em que o homem é capaz de, proposital e conscientemente, desejar para si algo até mesmo nocivo, idiota, até mesmo idiotíssimo, e é precisamente quando quer defender o direito de desejar para si mesmo algo idiotíssimo e não ficar obrigado a desejar para si apenas o que é inteligente."

(Notas de Subsolo, Fiodor Dostoiévski)

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